Alê Gaiba

Alê Gaiba

A Artista em Pauta, Alessandra Gaiba, é criadora e idealizadora da marca Alê Gaiba, onde produz peças exclusivas multifuncionais e decorativas. Desde o inicio a Alê teve um olhar consciente para o meio ambiente, onde começou utilizando resíduos do seus projetos de patchwork e recentemente lançou sua linha ECO feita de corda ecológica proveniente de resíduos de garrafa pet. No meio da costura e muitas outras atividades que uma empreendora materna exerce, ela conta um pouco sobre o seu trabalho artesanal cheio de significados.

 

Conte um pouco sobre você
Faço peças com design exclusivo para organizar e decorar sua casa, seu ambiente. Desde criança sempre adorei o “feito com as mãos”, sempre procurei o feito a mão, tapeçaria, pintura de tecido e madeira, bordado ponto cruz e livre, patchwork moderno, finalmente as peças de corda. O artesanal sempre foi um hobby, um lugar para descansar, para reconectar. Sou engenharia civil de formação, e trabalhei por bastante tempo na área. Vi a necessidade de dar uma pausa na engenharia quando senti que precisava me doar mais aos meus filhos. Após um ano, senti falta de retomar o lado profissional, mas também não queria perder essa proximidades com meus filhos. Empreender foi o caminho. Após muitas pesquisas e tentativas encontrei encontrei no manual esse caminho, enfim, hoje empreendo com minhas peças de corda. Comecei com a corda de algodão, e agora tenho uma nova coleção de corda ecológica, feita de resíduos de garrafa pet. Essa coleção surgiu durante a pandemia, pela escassez do cordão de algodão. Após muita pesquisa, encontrei essa preciosidade.

 

Fotografia: Acervo Alê Gaiba

Como você entrou nesse universo manual? 
Desde a infância, sempre amei as aulas de “educação artística”, ama ver meu avô fazer artes com madeira (ele era marceneiro), e a primeira atividade artesanal em aula foi pintura em tecido.

 

Fotografia: Acervo Alê Gaiba

Qual é o processo de criação das suas peças? 
Observação e pesquisa, na decoração, na natureza, em artistas, principalmente para formatos e cores.

 

Quais são as suas referências?
A arte moderna e situações do dia a dia.
 

Qual é o seu compromisso e suas práticas sustentáveis no momento? 
Esse é um pilar muito importante pessoal e que trago para minha marca. Comecei a fazer as peças de corda com a intenção de reutilizar pequenos pedaços de tecidos que eram resíduos dos meus projetos de patchwork, e tudo tomou uma proporção maior, e hoje o resíduo não é mais suficiente para a produção. Procuro produzir peças que podem ser utilizadas e reutilizadas em diversas situações, para que seu uso não seja apenas casual e sim “adaptável” em diversas funções. Além é claro, em impactos de embalagem, menos plástico possível nas embalagens e utilização de embalagens reutilizadas, e recicláveis.

 

Fotografia: Acervo Alê Gaiba

 

Quais são os maiores desafios para você?
A parte mais difícil, sem dúvidas, é a parte administrativa e de vendas. Consome muito tempo de estudos e execução.
 

Você possui algum projeto que possa nos adiantar? 
Minha cabeça está sempre borbulhando e isso muitas vezes gera dificuldade de foco, então estou estudando e organizando para que tenha novas coleções a cada dois ou três meses, mas hoje especialmente quero divulgar e trabalhar bastante minha coleção ECO. Estou no terceiro mês participando da feira virtual Maternashop, um grupo muito interessante que agrega muito, e focado em divulgar negócios maternos, pretendo continuar nos próximos meses.

 

Você leva arte para dentro da casa das pessoas. Como você é isso para você?
Sinto uma alegria e uma emoção imensa, alimenta a alma. E pensar que essa arte “pode ser usada” para mim é incrível.

Fotografia: Acervo Alê Gaiba

Conheça mais o trabalho da Alê Gaiba através do Instagram

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